Porto Alegre, 21 de Julho de 2019

A humanidade de Jesus

A humanidade de Jesus é o centro de toda a vida cristã, fonte imprescindível de graça. Com Santa Teresa se diz não a uma oração que prescinde da humanidade de Cristo. Não tem sentido a vida de oração, em qualquer de suas etapas, sem a vinculação à vida, morte e ressurreição de Jesus. Seu estilo de vida em liberdade, sua paixão pelo reino, sua proximidade a todos os pequenos, sua intimidade com o Pai, sua entrega crucificada por amor, sua presença ressuscitada de paz e perdão entre os seus... tudo é necessário para vida de oração. "Se se perde o guia, que é o bom Jesus, não acertares o caminho" (6 Moradas, 7,6).

A humanidade de Jesus é o centro de toda a vida cristã, fonte imprescindível de graça. Com Santa Teresa se diz não a uma oração que prescinde da humanidade de Cristo. Não tem sentido a vida de oração, em qualquer de suas etapas, sem a vinculação à vida, morte e ressurreição de Jesus. Seu estilo de vida em liberdade, sua paixão pelo reino, sua proximidade a todos os pequenos, sua intimidade com o Pai, sua entrega crucificada por amor, sua presença ressuscitada de paz e perdão entre os seus... tudo é necessário para vida de oração. "Se se perde o guia, que é o bom Jesus, não acertareis o caminho" (6 Moradas, 7,6).

A experiência de Cristo, o estar com Ele, é o modo mais eficaz para a oração. O tratar de amizade se transforma em conversação interior com o Cristo do Evangelho. "Tinha este modo de oração: que, como não podia discorrer com o entendimento, procurava representar o Cristo dentro de mim" (Vida 9,4). "É muito bom amigo o Cristo, porque o vemos homem, enxergamos suas fraquezas e aborrecimentos, e nos faz companhia" (Vida 22,10). "Com tão bom amigo presente, com tão bom capitão que se colocou em primeiro lugar no padecer, tudo se pode sofrer; é ajuda e dá forças; nunca falta; é amigo verdadeiro" (Vida 22,6).