Porto Alegre, 14 de Dezembro de 2017

Símbolos Carmelitas

 

Uma montanha
   Refere-se ao Monte Carmelo, lugar de origem da Ordem do Carmo. É também categoria que representa um caminho espiritual, um projeto de vida, um itinerário para a união com Deus.

 

 

   Uma cruz no cimo da montanha

   No século XVII os Carmelitas Descalços colocam a cruz no cimo da montanha, lembrando que sua força e esperança estão em Cristo a quem servem com sua consagração e a quem buscam unir-se.

 

 Três estrelas

A estrela do centro da cruz quer representar a Virgem Maria, presença terna e atuante junto aos Carmelitas de toda história. As outras duas estrelas representam Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, fundadores e idealizadores do Carmelo Descalço

 

Coroa

   Este é o símbolo da Virgem Maria, Rainha do Céu e da terra, mãe dos doze apóstolos e da Igreja, fundamentos do novo povo de Deus

 

   12 Estrelas

   Representação do grupo de Jesus também chamado de colégio Apostólicos, que tem Maria como Mãe e Rainha

 

 Ramos verdes    

Simboliza a fecundidade e fertilidade do Monte Carmelo, fazendo alusão de como a fé deve ser cultivada

 

Um braço com uma espada de fogo

O braço, segurando a espada de fogo é a representação do profeta Elias, pai e inspirador da Ordem.

 

Uma faixa com uma inscrição
   A faixa traz à inscrição do profeta que ao ser questionado por Deus sobre o que fazia diz: “estou ardendo de zelo pelo Senhor Deus dos Exércitos” (cf.1 Reis 19,10). É o grande lema do carmelita que busca a face de Deus, vivendo em obséquio de seu Cristo.

 

   Escapulário
   Tem sua origem do Latim scapulae, quer dizer armadura, proteção. É confeccionado por um pequeno pedaço de pano marrom retirado do hábito (vestimenta dos (as) carmelitas) e é unido por dois cordões. É um sinal de proteção, de consagração, de amor e pertença a Deus. A pessoa que usa o Escapulário com devoção, respeito e fé, recebe as graças prometidas por Nossa Senhora do Carmo.

 

   Castelo
Faz menção à obra Castelo Interior de Santa Teresa de Jesus. Trata-se de um castelo que possui várias moradas. Uma comparação usada pela santa no Século XVI para descrever os estágios que a alma percorre no caminho em direção a Deus, e/ou também refere-se às Muralhas de Ávila, cidade onde Teresa viveu.